O ex-Polegar Ricardo Costa falou pela primeira vez após ser agredido pelo cunhado em Taubaté, São Paulo. As agressões aconteceram no início de agosto e a entrevista para o Domingo Show foi feita 14 dias após a violência, quando Ricardo recebeu alta médica. O ex-Polegar sofreu lesões na cabeça e no corpo. As imagens de Ricardo coberto de hematomas no rosto impressionam.
A vítima foi agredida com uma picareta. Em entrevista ao Domingo Espetacular o cunhado de Ricardo, Carlos Magro assumiu as agressões e alegou que o ex-Polegar estava muito "folgado" por querer ditar regras na casa da sogra e ofender um sobrinho. Ricardo nega que tivesse qualquer intriga anterior com Carlos e contou o que acredita ter motivado as agressões.
O ex-Polegar relatou que estava em um hipermercado, cerca de duas semanas antes da agressão, e ao perceber que o empacotador colocava um pacote de torradas e um alvejante na mesma sacola, reclamou. Só então percebeu que o empacotador era sobrinho de sua mulher.
"Ele trabalha lá. Eu falei para ele: 'Olha, isso que você está fazendo agora, eu comecei a fazer com os meus 13 anos de idade. Então, eu estou querendo ensinar o que eu sei'. Eu acho que nesse momento, ele deve ter se sentido mal ou ficado chateado", disse Ricardo. "Aí eu falei: 'O que você fez no cabelo?'. A maneira que eu quis falar com ele foi para amenizar, mostrar uma parte cordial minha com ele para não ficar um clima tão chato. Fiz um comentário besta, mas espontâneo, de falar que o cabelo dele estava parecendo aquelas casinhas de ninho de bomba", explicou Ricardo.
O rapaz procurou o ex-Polegar algumas horas depois e reclamou da maneira como foi tratado. Ricardo admite que se irritou e ambos discutiram, no entanto, sem agressão física. Quanto à violência praticada pelo cunhado, o ex-Polegar contou que só descobriu quem era o autor das agressões dias depois.
Ricardo explicou que estava em seu ônibus de food truck quando ouviu alguém bater na lataria. Antes que pudesse ver quem batia no ônibus, o ex-Polegar foi atingido pela picareta nas costas. Ricardo diz que não pretende levar adiante a denúncia de agressão.
"Independente de ele ser irmão da minha esposa por parte de pai, eu não tenho pretensão em dar continuidade, judicialmente, ou juridicamente, porque eu acho que eu vou ser muito mais feliz em perdoar", afirmou ele.
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