Pokémon GO


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Professores de diversos países têm vivenciado a empolgação de seus alunos com o Pokémon GO e estão enfrentando batalhas contra os monstrinhos para prender a atenção deles. 
 
Quem é professor precisa aprender a surfar nessa nova onda. O novo aplicativo tem que ser integrado à sala de aula. O caminho está em exercitar os estudantes em jogos que impactem em writing, listening, reading e speaking. 
 
Na escrita, pode-se estimular alunos a criar manual, em inglês, com instruções sobre o jogo. Também, pedir-lhes que sugiram melhoria no app, aplicando tempos verbais corretos. Por que não uma aventura incluindo os Pokémons já capturados, ou expor aos colegas de classe como aprenderam a jogar, ou descrevendo trocas de Pokémons capturados.
 
Na fala, que se proponham debates. Alunos diversos contam quantos monstrinhos capturaram, como foi a experiência. Peça-lhes para serem detalhistas, falando sobre cores, tamanhos, lugares. Na audição, o professor propõe que sejam gravados podcasts reportando as capturas; depois, troca os áudios entre grupos, estimulando correções e auto-correções, considerando a estrutura gramatical que é abordada em aula. 
 
Escolas que possuem estádio Pokémon nos arredores podem promover comunicação entre estudantes, designando alunos para serem ‘jornalistas’ e entrevistarem os jogadores. As entrevistas também se tornam material de análise, correção de erros e base para debates.
 
Leitura? Simples. O professor disponibiliza notícias semanais, disponíveis na internet, sobre Pokémons. Os alunos lêem e discutem, com ênfase em aspectos sociais ou econômicos do jogo. 
 
A interatividade e os recursos utilizados pelo professor fazem toda a diferença no engajamento dos alunos e no processo de aprendizado. Se você é professor, não perca a oportunidade de trazer mais essa tendência para dentro de sua sala e tornar sua aula ainda mais interessante.
 
 
Marianthi Boutsiavaras
Diretora do Centro de Idiomas Language Factory.

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