Terminou nessa quarta-feira, o prazo para que os 292 templos religiosos notificados pelo Ministério Público Estadual fizessem as adequações de acessibilidade exigida em seus prédios. A ação é encabeçada pelo promotor de Justiça Fernando de Andrade Martins e prevê o ingresso de ações civis públicas solicitando a interdição dos locais que não se adequarem.
De acordo com o Ministério Público, desde ontem, o Crea (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura), por meio de um convênio, vistoria os locais notificados.
Segundo o vereador e pastor Otávio Pinheiro (PTB), que realizou uma reunião com lideranças religiosas na Câmara Municipal, para tratar do tema no último mês, 90% dos presentes haviam se comprometido com as adequações. “Uns 10% se negaram a promover as obras de acessibilidade e disseram que questionariam a determinação na Justiça.”
No mês passado, o promotor já havia alertado que não haveria prorrogação de prazo. “Fizemos a primeira reunião com representantes de todos os segmentos religiosos em 10 de agosto de 2011, quando foram alertados do dever de cumprimento dos requisitos de acessibilidade”, disse ao Comércio.
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