Não por estes lembretes da coluna, hoje, mas sim pelo que vou contar agora. Todos sabem, pelo menos os que leram o livro Querida, da esplêndida Lúcia Maniglia Brigagão sobre minha vida, que certa vez, no início da minha carreira na comunicação recebi a maior vaia do planeta em um jogo de basquete no Clube dos Bagres. Claro, me feriu muito, mas não fez, de forma alguma, que eu desanimasse de ir em frente aos meus sonhos. Continuei firme e forte, sempre com a força e o apoio do meu saudoso marido Américo Pizzo.
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