De vez em quando presencio um dia de Pai. Como quando diante de um executivo o vi tratar o filho adulto com um carinho tal que me comoveu. Ressalve-se que não era infantilização do relacionamento. Era amor paternal que atravessava idades. Ou quando um papai pela primeira vez se dividia entre o choro e o riso e se iluminava diante do novo amor: a menininha recém-nascida. Ou quando meu pai segurava no colo - uma de cada lado - minha irmã e eu, porque ambas disputávamos sua atenção. Sagrados os pais que, mesmo na fragilidade humana, buscam amar seus filhos com o amor do Pai.
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