Um pedreiro foi preso na terça-feira, dia 9, suspeito de matar a lavradora Juliane Michele Calisto, de 31 anos.
A jovem estava desaparecida desde o sábado, dia 6. O corpo da lavradora foi encontrado abandonado enrolado em um cobertor na sarjeta de uma rua no bairro Luiz Massud Coury, em Rio das Pedras, São Paulo. Há suspeitas de que Juliane tenha sofrido violência sexual. Somente após o resultado dos laudos será possível confirmar se houve abuso ou não.
O pedreiro de 38 anos, suspeito de matar Juliane, foi preso em Piracicaba, na terça-feira, dia 9. Ele pegou uma carona de Rio das Pedras até Piracicaba e tentava chegar à Rodoviária, com o intuito de fugir. Ao ser preso, o homem confessou o crime. Ele relatou que chamou Juliane para conversar e quando a lavradora estava na casa do pedreiro, ele tentou manter relações sexuais com ela. A vítima se negou e foi agredida com socos, chutes e golpes desferidos usando uma chave de fenda.
Segundo o site G1, na casa do suspeito foi encontrada uma mochila com a chave de fenda usada no crime e roupas manchadas de sangue. O delegado Vagner Rogério Romano esclarece que o pedreiro ficará preso temporariamente, por 30 dias, em uma delegacia de Piracicaba. Caso o estupro se confirme, além do crime de homicídio qualificado, o suspeito também responderá pelo crime de estupro. Romano aponta que em seu depoimento, o pedreiro foi "extremamente frio".
O suspeito já foi detido em 2013 por agressão à própria companheira com quem morava em Capivari, São Paulo.
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