Dupla confessa ter matado homem a tiro e facadas


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Policiais militares observam o corpo de Leonardo Silva Bento (destaque)
Policiais militares observam o corpo de Leonardo Silva Bento (destaque)
A morte do operário Leonardo Silva Bento, 30, foi esclarecida pela DIG. Ontem, a arma usada no crime, ocorrido há uma semana no conjunto de chácaras do Jardim Monte Carlo, às margens da rodovia Tancredo Neves, foi apreendida pelos policiais e os três responsáveis indiciados.
 
Dois dos três acusados já prestaram depoimento na delegacia e confessaram o crime. Um deles, RRC, 21, foi à DIG no dia do assassinato e negou envolvimento. O outro é um adolescente, 17, que teria atirado contra Bento. Já o terceiro, AHS, 23, que fora ouvido na terça-feira da semana passada, não voltou a se apresentar na presença de um advogado como seus comparsas fizeram.
 
De acordo com o delegado Márcio Murari, que comandou as investigações, a execução aconteceu após o operário furtar a casa de RRC, no dia 25 de julho. “Ele confessou que ficou revoltado com o crime e combinou com os outros dois que dariam uma lição na vítima. Mas negou que quisesse matá-la”, disse.
 
Segundo o depoimento do menor e de RRC, após baterem em Bento, eles e AHS foram até as proximidades do Centro Médico. Lá, o dono da casa furtada ficou dentro de seu GM Monza e os dois continuaram a tortura. O garoto afirmou que atirou duas vezes na cabeça da vítima e AHS enfiou uma faca em seu ouvido.
 
Como não coube flagrante, os três responderão pelo homicídio em liberdade.

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