Morreu na manhã de hoje, 2 de agosto, no Hospital do Câncer de Barretos, o senhor Romildo Raimundo, aos 54 anos. De quinze dias para cá esteve internado na ala conhecida como “hospital do amor” do HC, fase final de luta empreendida contra câncer diagnosticado há aproximadamente um ano, após cirurgia realizada em Franca.
Era filho do saudoso senhor José Raimundo, “seu Juca”; e de dona Maria Deolina Raimundo, viúva do marido desde janeiro deste ano. São seus irmãos, Ronilson, proprietário da Wirol, empresa de retífica de motores, casado com Ana; Renato, fundador e diretor da Stickfran, casado com Larissa; e Roberto. Deixou, viúva, a senhora Aparecida, e dois filhos, Matheus e Vinícius. Romildo e Cidinha comemoraram, em abril deste ano, Bodas de Prata, 25 anos de feliz matrimônio.
Profissionalmente, foi mecânico por vários anos e conduziu com zelo e profissionalismo oficina situada na rua Minas Gerais, em Franca. Há quatro anos, passou a integrar os quadros funcionais da Stickfran, como vendedor. “Foi um companheiro nota mil, tranquilo, da paz. A facilidade de relacionar-se bem e de prover soluções rápidas e competentes, marcas de Romildo, o tornaram visível e confiável a seus clientes, primeiro em sua especialidade, a mecânica; depois, na empresa criada por sua família”, disse o gerente comercial da Stickfran, Hamilton Marquete.
“Meu irmão foi excelente filho, e se tornou pai e marido respeitado e amado”, disse Renato Raimundo. “A família dele era exemplo de união. Viveram com absoluta cumplicidade. Os filhos, tranquilos e bem educados, atestam o que Romildo e Cidinha lhes deram. A morte sempre significa imensa tristeza, mas também significa passagem à vida infinitamente melhor que Deus sempre quis para nós. Então, a gente não contesta. Aceita. Os bons exemplos e as ações positivas de meu irmão permanecerão presentes para todo o sempre”.
A família, da mesma forma que ocorreu quando do passamento de “seu Juca”, em janeiro, agradeceu a humanidade dos médicos, corpo de enfermagem, funcionários e atendentes do Hospital do Câncer de Barretos, pela doação integral a Romildo. “Eles são anjos. Multiplicam o conceito ‘um paciente não pode ter dor e deve ser cuidado com absoluta humanidade’, crença inegociável do fundador do HC de Barretos, o médico Paulo Prata, seguido à risca por seu filho e atual diretor, Henrique Prata, e isso torna a luta dos atingidos pela doença e por seus familiares, menos triste. Que sigam em frente fazendo tanto por tantas famílias”, concluiu Renato.
O velório tem espaço no São Vicente de Paulo, sala 1. Sepultamento será realizado amanhã, dia 3, 10 horas, no Cemitério Parque Jardim das Oliveiras, com serviços da Funerária Tedesco.
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