Morreu às 15 horas do dia 27 de julho, na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital do Coração da Santa Casa de Misericórdia de Franca, Dogmar Alves Barbosa. Tinha 57 anos. Hipertenso, mas de vida regrada e controlada, nada indicava que pudesse sofrer graves complicações cardíacas. No entanto, há 15 dias, ao acordar, tossiu bastante, e sentiu pressão no peito. Levado ao Hospital São Joaquim, passou por bateria de exames, e o diagnostico assustou profundamente a família: ele tinha infartado.
Internado na UTI do hospital, passou por cateterismo. Durante o processo de recuperação, novos exames demonstraram que a intervenção não havia produzido os resultados espe-rados. Foi-lhe indicada cirurgia cardíaca, com recomendação expressa de preparação imediata.
Dogmar se internou no Hospital do Coração na segunda-feira, dia 25. Na manhã do dia seguinte, passou pela intervenção. Recuperava-se na UTI quando, às 15 horas, sofreu novo infarto do miocárdio. Apesar de cercado de profissionais e equipamentos adequados, não sobreviveu.
Era filho de Jaide Alves Barbosa, taxista por mais de 45 anos em ponto situado em frente à Catedral Sé de Nossa Senhora da Conceição; e de dona Amadeu Barbosa, enfermeira que se aposentou depois de décadas de trabalho na Secretaria da Saúde, parte final, no NUBES do bairro Leporace; e irmão de Sônia, casada com Denizar Hermógenes da Paixão; e de Shirley, viúva de Delacir Martim da Silva.
Deixou, viúva, a senhora Edimeire Stephani Barbosa, com quem teve 30 anos de casamento. Do enlace, dois filhos, o operador de telemarketing da Mapfre, Thiago, casado com a funcionária de seguros do Bradesco, Flávia; e Tauane, estudante.
‘Edimeire e Dogmar conheciam-se desde crianças. Foram amigos de infância e adolescência. Namoraram, se casaram e construíram vida digna e feliz. Enquanto ela cuidava do lar e dos filhos, ele se dedicou à profissão de motorista da Secretária Municipal da Saúde, e atuou também transportando pacientes. Como sua mãe, construiu sua vida profissional zelando da saúde de pessoas. Deixou exemplos de dedicação absoluta ao trabalho, à família, às amizades. Era alegre, de fácil convivência. Não à toa construiu largo círculo de amizades. Perdi’, mais do que um cunhado, um amigo certamente ines-quecível’, disse Denizar.
Velório aconteceu no São Vicente de Paulo. Sepultamento, com serviços da Funerária Tedesco, foi realizado no Cemitério Santo Agostinho, dia 28, 16 horas.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.