Se algum cadeirante quiser entrar em igreja, até será carregado por obreiros. Então, não há perigo iminente. O perigo está nas calçadas de bares que embriagam menores. Ao que parece, a fiscalização não ganha hora extra para trabalhar em fins de semana e feriados. Esses ‘corredores polonêses’ são facilmente obstruído e deficientes têm que andar nas ruas, correndo risco de atropelamentos. A lei de acessibilidade 10.098/00 exige calçadas largas, desobstruídas, seguras, mas o que vemos são associações de bebuns (sic). Calçadas são vias de trânsito e não áreas de lazer, principalmente quando vendem álcool a menos de 100 metros de escolas, causando evasão escolar, premeditando atropelamentos e elevando o déficit do INSS por ter que pagar pensões a bebuns (sic) que ficam doentes e/ou inválidos. (Leia em http://gcn .net.br/noticias/327490/franca/2016/07/292-igrejas-correm-risco-de-serem-interditadas-a- partir-de-agosto).
Carlos M.
Franca - SP
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