Há um erro no que o morador entrevistado disse. Não são as árvores, ou o mato do local que devem ser ‘aparados’. O que está errado é a interferência humana lá. A ‘matinha’ é área de preservação permanente (Lei nº12.651/12) e não deveria ser utilizada como trajeto de estudantes, muito menos modificada. Além de tudo, comprometeu o pequeno córrego que cruza a passagem de pessoas. A região do Jardim Cambuí e Parque do Horto já foi abundante em recursos hídricos. Mudou. No futuro, quando formos novamente assolados pela escassez de água, vamos jogar a culpa no poder público? (Leia em http://gcn.net.br/noticias/327478/franca/2016/07/mata).
Pedro A.
Franca - SP
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