Justiça adia julgamento de acidente com duas mortes


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Na tragédia, o garoto Eduardo Rangel Braz Silvestre (foto), 12, e o bebê Miguel de três meses, morreram
Na tragédia, o garoto Eduardo Rangel Braz Silvestre (foto), 12, e o bebê Miguel de três meses, morreram
O acidente que causou as mortes do estudante Eduardo Rangel Braz Silvestre, 12, e do bebê Miguel Alves Mendonça, com apenas 4 meses, em dezembro de 2013, continua sem desfecho na Justiça. Ontem, a juíza Laura Maniglia Puccinelli Diniz adiou, por cinco dias, o julgamento do homem apontado como responsável, Rodrigo Serrano Ribeiro.
 
No dia 7 de dezembro de 2013, o motorista dirigia seu Golf pela rodovia Nelson Nogueira, quando bateu na lateral de um Fiat Uno, em que estavam as crianças; o pai de Eduardo, Jean Rangel Silvestre; sua mãe, Kenia Cristina Braz; e a mãe de Miguel, Sandra Luzia Alves. O responsável foi indiciado pelo acidente e, desde então, o caso corre na Justiça.
 
Após ouvir os pais de Eduardo, testemunhas de defesa e Sandra, a juíza solicitou laudos que faltam e os antecedentes do acusado; para depois dar sua sentença. Laura concedeu um prazo de cinco dias, e a decisão foi recebida com mais ansiedade por Jean Rangel. “São anos de sofrimento e à espera de um desfecho. Ficamos sem nossos filhos e ele está tranquilo. Quero que a lei seja aplicada e o Rodrigo pague pelo que fez”, disse.
 

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