A vez do povo


| Tempo de leitura: 2 min
A partir de 16 de agosto, candidatos estarão nas ruas, pedindo voto. Nos 45 dias que antecederão as eleições, seremos bombardeados por propostas dos que pretendem governar cidades, ou integrarem câmaras municipais. Prefeito e vereador são os políticos mais autênticos, pois exercem seus mandatos ao lado do povo e, com força da representação influenciam deputados, governador e até, o presidente da República.
 
Cabe ao eleitor consciente analisar o que cada um promete, verificando se são realmente metas importantes para a cidade e o povo e, principalmente, se são possíveis de serem realizadas. É fundamental conhecer o candidato, sua vida pessoal e comunitária, antes de decidir dar-lhe voto. Agindo assim, é menos provável que nosso escolhido nos decepcione e contribua para tornar pior a política. O único momento em que o eleitor pode decidir sobre o destino de sua cidade é quando escolhe a quem dar o seu voto. Se escolhe o errado, sofrerá por quatro anos. 
 
A presidente da República sofre processo de impeachment por cometimento de crime de responsabilidade. Governo, empresas estatais e Incontáveis parlamentares estão envolvidos em corrupção e população sofre consequências de desmandos, traduzidas em desemprego, maus serviços públicos, insegurança. O povo, embora nas ruas em protesto, paga o preço de suas péssimas escolhas.
 
Nesse momento em que o Congresso, a Justiça, o Ministério Público e a Polícia Federal buscam medidas para resolver os problemas nacionais, a população é chamada para as eleições municipais. É imperativo que o eleitor faça boas escolhas, dando às suas cidades prefeitos e vereadores efetivamente comprometidos com a causa pública e com o interesse da população. 
 
Se tivermos competência para escolher os melhores, daremos grande passo para que o mesmo aconteça em 2018, quando escolheremos presidente da República, governador do Estado, senador e deputados federais e estaduais. Parece difícil, mas o povo — quando quer — é capaz. 
 
 
Dirceu Cardoso Gonçalves 
Tenente, diretor da Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários