Morreu Edilde Vilas Boas


| Tempo de leitura: 2 min
Edilde foi sepultada no Cemitério Santo Agostinho, 16 horas do dia 14
Edilde foi sepultada no Cemitério Santo Agostinho, 16 horas do dia 14
Morreu às 22 horas da quarta-feira, dia 13, na Santa Casa de Misericórdia de Franca, a senhora Maria Silvia Vilas Boas, conhecida como ‘dona Edilde’, mãe do vereador à Câmara Municipal de Franca, Josivaldo Bahia.
 
Residia em Itiuba (BA). Como fez em várias oportunidades depois de 1990, quando o filho Josivaldo escolheu Franca para ficar raízes, dona Edilde chegou à cidade em dezembro de 2015 para mais um temporada de seis meses perto dos seus. ‘Mamãe sempre nos deu a alegria de passar tempo relevante perto dos filhos casados. Estava com a gente para mais um período desses, mas sentiu-se mal há cinco meses, primeiro com fortes dores na coluna’, disse Bahia.
 
‘Imediatamente a levamos ao socorro médico. Teve períodos de grande melhora, mas há uns quarenta dias, teve uma infecção urinária seguida por fortes dores de estômago. Com a ajuda da nossa família, a internamos para aprofundamento do diagnóstico. Não resolveu. Ela continuou piorando. A levamos, então, para a Santa Casa. Lá, permaneceu por quinze dias e passou a me-lhorar. Na quinta-feira, dia 7, estava de novo feliz, conversando, animada. Exames extras demonstraram que ela estava infectada por bactéria muito resistente, e tratamento pesado foi imediatamente iniciado. Dias seguintes, novamente piorou. Não conseguiu vencer mais esta batalha de sua vida’, disse o filho, emocionado.
 
Há cinco anos estava viúva de Rodolfo Ribeiro Vilas Boas. Do enlace de 55 anos, catorze filhos (Miguel, viúvo do primeiro casamento, hoje casado com Edna; Nilva, casada com Augusto Rodrigues de Souza Primo; Valnir, casado com Nildete; Rômulo, casado com Eva; Jovelito, casado com Iralva; Josivaldo, casado com Divanice; Rosenildo, casado com Elenice; Merilda, José Gonzaga, casado com Ângela; Valdoízio, casado com Dulce Cleide; Rosana, Ronaldo, casado com Constantina; e dois filhos adotivos, ‘do coração’, Raimundo; e Antônio, casado com Ieda). Dos enlaces dos filhos, nasceram 46 netos, 23 bisnetos e dois tataranetos. 
 
Rodolfo e Edilde formaram família considerada ‘benção de Deus’ por Josivaldo. ‘Papai e mamãe nos deram tudo que o que puderam, nunca deixaram que nada nos faltasse. Ele trabalhou com motores que comprou para desfibrar sizal. Comprava roças e nelas, preparava o material para levar a uma cooperativa. Mamãe, em casa, cuidava de nós, educava, ensinava a ser gente. Foram, em igual medida, responsáveis pelas pessoas dignas que nos tornamos’, disse Bahia.
 
‘Perdemos papai há cinco anos. Mamãe continuou dando forças a todos nós, participando da criação dos netos, bisnetos e tataranetos. Foi um mulher muito forte. Foi muito doloroso. Junto a meus irmãos, fizemos o que podíamos por ela, mas Deus resolveu levá-la. Sonhei com eles na noite do dia do sepultamento dela, papai a recebendo e lhe perguntando porque tinha demorado em ir ter com ele. Certeza absoluta que hoje estão juntos de novo, felizes como sempre foram’, concluiu o filho. 
 
Edilde foi velada no São Vicente de Paulo. 
 
Sepultamento aconteceu no Cemitério Santo Agostinho dia 14, 16 horas, com serviços da Funerária Tedesco.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários