Morreu às 22 horas da quarta-feira, dia 13, na Santa Casa de Misericórdia de Franca, a senhora Maria Silvia Vilas Boas, conhecida como ‘dona Edilde’, mãe do vereador à Câmara Municipal de Franca, Josivaldo Bahia.
Residia em Itiuba (BA). Como fez em várias oportunidades depois de 1990, quando o filho Josivaldo escolheu Franca para ficar raízes, dona Edilde chegou à cidade em dezembro de 2015 para mais um temporada de seis meses perto dos seus. ‘Mamãe sempre nos deu a alegria de passar tempo relevante perto dos filhos casados. Estava com a gente para mais um período desses, mas sentiu-se mal há cinco meses, primeiro com fortes dores na coluna’, disse Bahia.
‘Imediatamente a levamos ao socorro médico. Teve períodos de grande melhora, mas há uns quarenta dias, teve uma infecção urinária seguida por fortes dores de estômago. Com a ajuda da nossa família, a internamos para aprofundamento do diagnóstico. Não resolveu. Ela continuou piorando. A levamos, então, para a Santa Casa. Lá, permaneceu por quinze dias e passou a me-lhorar. Na quinta-feira, dia 7, estava de novo feliz, conversando, animada. Exames extras demonstraram que ela estava infectada por bactéria muito resistente, e tratamento pesado foi imediatamente iniciado. Dias seguintes, novamente piorou. Não conseguiu vencer mais esta batalha de sua vida’, disse o filho, emocionado.
Há cinco anos estava viúva de Rodolfo Ribeiro Vilas Boas. Do enlace de 55 anos, catorze filhos (Miguel, viúvo do primeiro casamento, hoje casado com Edna; Nilva, casada com Augusto Rodrigues de Souza Primo; Valnir, casado com Nildete; Rômulo, casado com Eva; Jovelito, casado com Iralva; Josivaldo, casado com Divanice; Rosenildo, casado com Elenice; Merilda, José Gonzaga, casado com Ângela; Valdoízio, casado com Dulce Cleide; Rosana, Ronaldo, casado com Constantina; e dois filhos adotivos, ‘do coração’, Raimundo; e Antônio, casado com Ieda). Dos enlaces dos filhos, nasceram 46 netos, 23 bisnetos e dois tataranetos.
Rodolfo e Edilde formaram família considerada ‘benção de Deus’ por Josivaldo. ‘Papai e mamãe nos deram tudo que o que puderam, nunca deixaram que nada nos faltasse. Ele trabalhou com motores que comprou para desfibrar sizal. Comprava roças e nelas, preparava o material para levar a uma cooperativa. Mamãe, em casa, cuidava de nós, educava, ensinava a ser gente. Foram, em igual medida, responsáveis pelas pessoas dignas que nos tornamos’, disse Bahia.
‘Perdemos papai há cinco anos. Mamãe continuou dando forças a todos nós, participando da criação dos netos, bisnetos e tataranetos. Foi um mulher muito forte. Foi muito doloroso. Junto a meus irmãos, fizemos o que podíamos por ela, mas Deus resolveu levá-la. Sonhei com eles na noite do dia do sepultamento dela, papai a recebendo e lhe perguntando porque tinha demorado em ir ter com ele. Certeza absoluta que hoje estão juntos de novo, felizes como sempre foram’, concluiu o filho.
Edilde foi velada no São Vicente de Paulo.
Sepultamento aconteceu no Cemitério Santo Agostinho dia 14, 16 horas, com serviços da Funerária Tedesco.
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