Juiz paralisa processo até que Breno passe por novos exames


| Tempo de leitura: 1 min
As sequelas da tragédia da rua Doutor Júlio Cardoso não ficaram apenas com familiares e amigos de Rosane Berteli. Também recaíram sobre a família de Breno Rezende, já que, devido ao tiro que deu na própria boca, o comerciante tornou-se dependente de cuidados e, segundo a advogada de defesa Linda Luzia Johnlei Wu, não tem condições de responder pelo assassinato da ex-namorada.
 
Para chegar à sua interdição e atestar que, com a perda de massa encefálica, precisa de ajuda até mesmo para se alimentar, Breno passou por exames. Feitos pelo médico perito José Alberto Tousso, os procedimentos atestaram que ele não teria condições de responder pelos próprios atos, tampouco pelo processo. Por isso, no início deste mês, o promotor Odilon Nery Comodaro pediu a suspensão do processo até que o acusado se reestabeleça e, daqui a seis meses, seja novamente submetido a uma avaliação de seu estado mental.
 
Segundo o promotor, Breno “não tem a compreensão daquilo que praticou, encontrando-se em estado de incapacidade mental, ainda que consiga interagir com terceiros”. O argumento foi deferido pelo juiz José Rodrigues Arimatéa e, por enquanto, o caso de Rosane segue sem um desfecho.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários