A morte do frentista Márcio Rangel, de 42 anos, completou um ano na última quarta-feira, 13 de julho. Ele foi assassinado com dois tiros na cabeça no posto Dallas, do Jardim Aeroporto, e o latrocínio (roubo seguido de morte) está próximo de um desfecho na Justiça.
Hyago de Paula Rodrigues é apontado como sendo o assassino. Ele fugiu, mas foi pego dois dias depois pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais), soltando pipa.
A partir dessa prisão, os policiais chegaram aos acusados de serem seus comparsas: o vigilante Lucas Henrique Cristiano, apontado como o condutor da moto usada no latrocínio; o chapeiro Reginaldo de Camargos, ex-frentista que teria “dado a fita”; e Thiago Alex Oliveira Silva, que seria o “mentor”. Todos estão no CDP (Centro de Detenção Provisória), aguardando o julgamento.
Segundo a polícia, os ladrões imaginavam que havia R$ 200 mil no estabelecimento, soma do movimento de três postos da rede durante o fim de semana. Ao ser rendida por Hyago, a vítima reagiu e levou dois tiros na cabeça. Ele, que incriminou Lucas, fugiu levando R$ 74, nunca recuperados.
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