Família convive com a dor 1 ano após frentista ser morto


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Márcio foi morto a sangue frio
Márcio foi morto a sangue frio

Os familiares do frentista Márcio Rangel viveram um dia de luto nesta quarta-feira, 13. Hoje, o crime que chocou Franca completou um ano. Os quatro envolvidos no caso continuam presos aguardando julgamento.

Márcio foi morto a sangue frio no Posto Dallas, da avenida Carlos Roberto Haddad, no Jardim Aeroporto. Imagens de câmeras de segurança registraram os tiros a queima roupa. O autor dos disparo foi Hyago de Paula, que fugiu, mas foi pego dias depois soltando pipa.

Ainda participaram do crime Reinaldo de Camargos, Thiago Alex Oliveira Silva e Lucas Henrique Cristiano.


Hyago foi preso dias depois soltando pipa

De acordo com o juiz Orlando Brossi Júnior, há robusta prova da materialidade do crime e indícios mais do que suficientes da autoria. Além disso, trata-se de crime grave praticado mediante grave ameaça inclusive com o uso de arma de fogo.

Thiago foi apontado pelo Ministério Público como a pessoa que teria armado o plano para assaltar o posto. Ele teria informações passadas por Reginaldo, que havia trabalhado como frentista no local meses antes. Os dois e outros acusados, Hyago (que atirou no frentista) e Lucas (acusado de ajudar Hyago), permanecem presos no CDP.

Durante o programa Hora da Verdade, da Difusora, uma sobrinha de Márcio se manifestou. “O que temos pra hoje é saudade. Faz um ano que meu tio Márcio Rangel foi assassinado. Foi morto friamente”, escreveu. 

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