A compra de uma faca levantou as suspeitas de que a professora Alda Poggi Pereira, de 59 anos, tenha premeditado a morte da filha.
Em 25 de junho, enquanto Lígia Poggi Pereira dormia, a mãe a esfaqueou e depois também atingiu o neto de 4 anos com dois golpes. O crime, segundo o site A Cidade On, aconteceu por volta das 10h40, em Ribeirão Preto, São Paulo. No mesmo dia, antes da tragédia, Alda foi a uma loja, por volta das 9h26 e comprou uma faca e um galão de combustível.
A arma branca, de acordo com o site, é a mesma usada no crime. O proprietário da loja entregou as imagens das câmeras de segurança à Polícia Civil na segunda-feira, dia 4 de julho. O dono do estabelecimento afirma que os funcionários não reconheceram Alda quando o crime ficou conhecido. “Só soubemos quando a polícia nos procurou”, conta o proprietário.
Alda não foi presa, pois a defesa dela alegou que a professora sofria de esquizofrenia e teria sofrido um surto. Ela foi internada em um hospital psiquiátrico. A DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) pedirá novamente a prisão de Alda. Com a descoberta de que a professora comprou a faca usada no crime, a polícia investiga se a ação de Alda foi premeditada.
Após ser esfaqueada, Lígia, que estava grávida de sete meses, foi socorrida, porém, nem ela e nem o bebê sobreviveram. O menino de 4 anos recebeu alta médica dias depois.

Lígia Poggi Pereira
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