Conhecendo outra beleza do Nordeste


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Estou retornando hoje com o nosso Painel, aqui no Comércio, e amanhã de volta ao programa Show da Manhã, pela Difusora, depois de duas semanas de relax, cumprindo o que determina a lei trabalhista, além do que também exigem o físico e a mente. E fomos até João Pessoa, na Paraíba, uma das poucas capitais do nosso encantador Nordeste que ainda não havíamos visitado. Pegamos o clima festivo, principalmente de São João, tido como o melhor e mais animado do mundo. Gostamos de tudo o que vimos. João Pessoa é, para quem não sabe, a segunda cidade mais verde do mundo, perdendo apenas para Paris, na França. Tivemos sorte de pegar uma semana de sol gostoso, apesar da época que é tida por lá como chuvosa. Depois do primeiro dia, quando assustamos com a chuva, veio o sol em quase todo o período. Conforme estamos mostrando numa das fotos desta coluna, não podíamos perder o espetáculo musical do saxofonista Jurandy, tendo por cenário natural, uma das maravilhas da natureza, o pôr-do-sol ali junto à famosa Praia (fluvial) do Jacaré. Ele figura no Livro dos Recordes como o músico que mais vezes tocou o Bolero de Ravel. Quando lá estávamos, ele anunciou que completaria, naquele dia, 5.705 execuções. João Pessoa, que tem esse nome em homenagem a um de seus filhos mais queridos e respeitados por lá, como líder político de sua época, tem agora cerca de 900 mil habitantes, e vai se igualando a outras famosas capitais do Nordeste como local turístico. Que, aliás, nada fica a dever às demais.

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