Planos estão obrigados a realizar exames do vírus zika


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Gestantes, bebês de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus e recém-nascidos com malformação congênita sugestiva de infecção pelo zika terão direito ao exame
Gestantes, bebês de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus e recém-nascidos com malformação congênita sugestiva de infecção pelo zika terão direito ao exame
Está em vigor, desde ontem, norma da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) que obriga os planos de saúde a cobrirem três exames de detecção do vírus zika. Os procedimentos deverão ser disponibilizados para gestantes, bebês filhos de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus, bem como aos recém-nascidos com malformação congênita sugestiva de infecção pelo zika.
 
Segundo a ANS, a escolha dos grupos que integram os beneficiados com a norma considerou o risco de bebês nascerem com microcefalia devido à infecção da grávida pelo vírus durante a gestação.
 
A norma estabelece que os planos têm de oferecer o PCR (Polymerase Chain Reaction), indicado para a detecção do vírus nos primeiros dias da doença; o teste sorológico IgM (imunoglobina M), que identifica anticorpos na corrente sanguínea; e o IgG (imunoglobina G), para verificar se a pessoa teve contato com o zika em algum momento da vida.
 
Em Franca, tanto o Hospital Regional, que tem mais de 41 mil usuários, como a Unimed, com mais de 70 mil vidas seguradas, já se adaptaram e fornecerão os exames indicados pela ANS.
 
Em nota, o Hospital Regional informou que os exames serão assegurados para gestantes, bebês filhos de mães com diagnóstico de infecção pelo vírus, e recém-nascidos com malformação congênita sugestiva de infecção pelo zika, que tenham planos regulamentados e de acordo com as diretrizes de utilização trazidas pela ANS.
 
A Unimed informou que atende todas as exigências preconizadas pela ANS e que toda a rede credenciada já encontra-se adequada para a realização dos exames.
 
Em Franca, até a última segunda-feira, 22 casos suspeitos do vírus zika, sendo 16 gestantes e 6 não gestantes. Outros 4 casos, todos de gestantes, foram confirmados.
 
APP
Baseado em uma tese de doutorado de Fábio Castello, a rede Astral Saúde Ambiental criou o aplicativo Aedestrói, uma importante arma contra a dengue, zika e chikungunya. Com informações sobre os tipos de mosquito, ciclo, locais de proliferação e como combater, o APP foi criado com o objetivo de ajudar a população a se livrar do mosquito Aedes aegypti, responsável por transmitir várias doenças. 
 
Os interessados no aplicativo podem baixar a versão grátis no Google Play. 

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