Defesa ataca investigação de latrocínio


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O assassinato do frentista Márcio Rangel, que completa um ano na semana que vem, chegou às alegações finais na Justiça. Os advogados de dois dos quatro acusados anexaram ao processo argumentos que tentam desqualificar a investigação da Polícia Civil.
 
A primeira defesa foi a de Lucas Henrique Cristiano. No documento, o advogado Adauto Casanova afirma que houve excessos na condução da investigação. Segundo ele, os policiais envolvidos torturaram psicologicamente e coagiram os suspeitos. Argumento semelhante é o do advogado Allan Crespo em defesa de Hyago Rodrigues, acusado de atirar em Márcio. “Com equívocos, tanto do MP quanto do delegado, ficou consagrado o alto índice de coação de testemunhas e acusados. Estamos diante de um homicídio simples.”
 
 

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