PM morto foi enterrado com honrarias militares


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O cabo da Polícia Militar Rodoviária Tarcísio Wilker Gomes foi enterrado ontem
O cabo da Polícia Militar Rodoviária Tarcísio Wilker Gomes foi enterrado ontem
A oração do Pai Nosso foi rezada ao menos três vezes nos minutos que antecederam o enterro do cabo da Polícia Militar Tarcísio Wilker Gomes, de 43 anos, no final da tarde de ontem. Todas elas entrecortadas por soluços e choro inconformado de familiares, “irmãos” da corporação e amigos com tamanha tragédia. Wilker morreu vitimado por um dos tiros disparados pela quadrilha que atacou a empresa de transporte e segurança de valores Prosegur, na zona Norte de Ribeirão Preto, na madrugada dessa terça-feira, 5 de julho. 
 
Após passar por necropsia no IML (Instituto Médico Legal) de Ribeirão Preto, o corpo do cabo chegou, por volta das 14 horas, ao Velório São Vicente de Paulo, em Batatais. 
 
Durante cerca de três horas e meia, além de pessoas próximas, políticos, autoridades policiais e do Estado e centenas de policiais compareceram ao velório. Estima-se que havia aproximadamente 1 mil pessoas no local. 
 
Entre as autoridades presentes, o secretário da Segurança Pública do Estado, Mágino Barbosa Filho, e o Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Ricardo Gambaroni, que se mostrou bastante sensibilizado com a morte de Wilker, se aproximando do corpo e tocando seu rosto na despedida.
 
Às 17h30, uma cerimônia conduzida pelo padre Nelci Souza deu início ao ritual que precedeu o enterro no Cemitério Municipal da Saudade de Batatais. O sepultamento aconteceu com honras militares.
 
Wilker era lotado no 3º Batalhão de Polícia Militar Rodoviário e estava havia 14 anos na Polícia Militar - 13 deles, no Policiamento Rodoviário.
 
Morador em Batatais, Wilker era filho único, casado, pai de um menino de 8 anos, muito ligado à família e considerado pelos amigos como alguém “de bem com a vida” e sempre disposto a servir. Um psicólogo prestou atendimento ao garoto.

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