Atualizada às 13h20
O empresário e promotor de eventos Lucas Meneghetti, de 44 anos, ainda não se apresentou à Polícia Civil, após ter agredido a namorada e a filha dela, no domingo, 3. O caso chamou a atenção de toda a cidade e o assunto é um dos mais comentados das redes sociais.
Na tarde deste domingo, 3, ele espancou a namorada, uma advogada de 38 anos, e a filha dela, de 16, no Jardim Moema, e ainda invadiu o Hospital Regional para agredi-las mais.
Segundo a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), até a manhã desta segunda-feira, 4, o caso ainda não havia sido distribuído do plantão. Mas um investigador garantiu que não houve nenhuma novidade a respeito de sua presença.
A ocorrência teve início na casa da vítima, no Jardim Moema. De acordo com a Polícia Civil, Lucas e a namorada, com quem mantém um relacionamento há quatro meses, estavam no apartamento com seus respectivos filhos. Em dado momento, ele disse que sairia para dar uma volta.
Devido à demora, a mulher ligou no celular do namorado e, assim que ele retornou, passou a agredi-la. Segundo o depoimento da advogada aos policiais, ele estava transtornado e puxou seus cabelos, arrancando algumas mechas, em meio à agressão.
Ao ver a mãe apanhando, a adolescente reagiu e tentou apartar a briga. Ela também apanhou de Meneghetti. O agressor fugiu.
Feridas, mãe e filha buscaram atendimento no Hospital Regional e ela ligou para um promotor de Justiça com quem tem amizade, pedindo ajuda. Ele foi até o hospital e a confusão ficou maior, já que o empresário invadiu o local para continuar as agressões enquanto as duas passavam por atendimento.
Ao chegar no hospital, o promotor foi abordado pelo acusado, que ameaçou atirar. A Polícia Militar foi acionada e Meneghetti, mais uma vez, fugiu em sua Mercedes.
Para escapar da polícia, Lucas Meneghetti, filho de um ex-presidente da Acif e da CDL, abandonou o veículo na rua General Osório, no Centro.
Enquanto a PM procurava pelo empresário, a advogada e a filha foram ao Plantão Policial. Um boletim de ocorrência de lesão corporal foi registrado e será encaminhado para que a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) apure o caso.
Até o momento, não há pistas do agressor.
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