‘Pracuch e as feiras’


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Francal e Couromoda se tornaram sim, e só, vitrines para desfile de egos de donos de fábricas. Enquanto percorrem a passarela, suas empresas vão para o brejo (sic) falidas pela incompetência em perceber que a finalidade de uma empresa não é aparecer. É fazer dinheiro para crescer e contribuir com o social. Lúcidas palavras, as de Pracuch, queria ter conhecido esse sujeito. (Leia em http://gcn.net.br/no ticias /324994/opiniao/2016/06/pracuch-e-as-feiras).
 
Antônio Augusto
Franca - SP
 

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