Morreu Elias Gomes dos Santos


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 Elias dos Santos terá missa por intenção de sua alma dia 2 de julho, 19h30, na Igreja Santa Rita
Elias dos Santos terá missa por intenção de sua alma dia 2 de julho, 19h30, na Igreja Santa Rita

“Estamos certos que, por tudo o que fez, e por tudo o que foi, está nos braços de Deus”

Morreu às 5h55 do dia 26 de junho, na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa de Misericórdia de Franca, o pespontador Elias Gomes dos Santos. Tinha 44 anos. Em 5 de junho, dono de excelente saúde, sem qualquer aviso foi acometido por um desmaio. O amigo que o acompanhava providenciou imediato socorro no PS “Álvaro Azzuz”. A suspeita inicial — pancreatite —, infelizmente se confirmou em exames mais aprofundados, ele já internado na Santa Casa.

Ficou lá por 23 dias, lutando pela vida. Segundo seus pais, “apesar dele ter sido atendido com competência e carinho por médicos e corpo de enfermagem, foi piorando. Passou por cirurgia, mas nenhum procedimento fez diferença. Deus o levou”, disse seu pai.

Era filho do carpinteiro Geraldo Gomes do Santos e da professora primária Luzia da Conceição Santos. Casaram-se em Formiga (MG), mas vieram residir em Franca (SP) em razão de Geraldo, à época, empregado da Construtora Mendes Júnior, haver sido transferido a prestar serviços na construção da barragem do Estreito (SP). A família se mudou várias vezes, sempre por força do trabalho dele. Estiveram em São Simão, Goiás; e nas construções de Marimbondo, Jaguara, Itaipu.

Nas várias cidades foram nascendo os filhos, seis (Eduardo, casado com Ana Paula; Helenice, falecida; Elias, Cecília, Helaine, casada com Walfrido César Cintra; Cibele, casada com Thiago Léllis).

Elias nasceu em Uberaba (MG). Casou-se com Marilene, agora viúva, depois de 21 anos de enlace. Do casamento, dois filhos, Tiago e Thierry. Foi tio de Gabriel, Rita, Michele, Renata, Natália, Rafael, Amanda e Felipe.

Desde muito cedo quis trabalhar, certamente espelhado na vida dos pais (Geraldo trabalhou em barragens antes de tornar-se carpinteiro e, por último, taxista, trabalhando em ponto frente à Faculdade de Direito de Franca, atividade na qual se aposentou; e Luzia, professora primária por muitos anos, finalmente aposentada como inspetora de alunos na Escola “Paulo Freire”, de Franca). “Nosso filho foi considerado, desde cedo, um talento para o pesponto, e adorava o que fazia. Atuou na H.B., e em calçados Salustiano, mas foi nas bancas de pesponto que mais se encontrou, uma delas, a dele próprio”, disse a mãe.

“Era um homem simples, humilde, a alegria da família. Foi bom pai, tiozão, marido presente e comprometido com a família. Sua irmã Cecília dizia a todos que ele era o ‘nosso palhaço querido, adorado, que nos fazia sorrir mesmo quando não queríamos"’’’, disse a mãe. “A perda dele é uma dor impossível de explicar. Estamos certos que, por tudo o que fez, e por tudo o que foi, está nos braços de Deus. Há quem pense que os filhos que ficam seja lenitivo, mas não. Ele era ele. Será, para sempre, lembrado e amado”.

Velório aconteceu no São Vicente de Paulo. O sepultamento foi realizado no Cemitério Parque Jardim das Oliveiras, dia 26, 16 horas, com serviços da Funerária Nova Franca. No sábado próximo, 2 de julho, será celebrada Missa de Sétimo Dia por intenção de sua alma, na Igreja Santa Rita, 18h30. 

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