A mãe do bebê, de um ano e quatro meses, que foi torturado e estuprado pelo padrasto em Manaus, está recebendo ameaças de morte dentro do Centro de Detenção Provisória Feminina, onde está presa, acusada de omissão. A afirmação é da advogada Léa Fernandes, que defende a acusada, durante entrevista ao jornal A Crítica.
O caso aconteceu no dia 12 de junho, quando o acusado que confessou o crime, disse que a criança chorou muito durante as agressões e a mãe nada fez.
O bebê foi levado pela avó até o Pronto-Socorro da Criança onde foi internado em estado grave. Foram encontradas mais de dez marcas de mordidas pelo corpo do menino e fissuras na região anal.
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