‘O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna’.
(Romanos. 6.23)
Quase todos os dias, quando paramos para ler os jornais, deparamos com manchetes nem sempre agradáveis. Pelo contrário, violência, acidentes, homicídios, tragédias, epidemias, vulcões, terremotos, secas, alagamentos e mais uma dúzia de problemas, tomam conta das primeiras páginas dos jornais. Parece que o mundo está em erupção.
Diante de tais acontecimentos, surge uma pergunta. por que tudo isto? Teria Deus abandonado este mundo? Fomos abandonados à própria sorte? Não. A Bíblia responde: ‘De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados’ (Lm 3.39).
O homem está apenas colhendo aquilo que vem plantando, e como destacamos acima, o salário do pecado é a morte. Uma característica de nossa geração é a indiferença para com o pecado e, nada pode ser pior para a sociedade do que isso.
Nos dias de Noé zombavam do pecado. Resultado: dilúvio. Zombava-se do pecado em Sodoma e Gomorra. Quem conhece a história bíblica sabe que estas duas cidades foram varridas do mapa. Em Israel, zombava-se do pecado nos reinos do norte e do sul. Resultado: o do norte foi levado cativo para a Assíria, o do sul, levado cativo para a Babilônia. Zomba-se do pecado hoje no Brasil. Se você fala do pecado, as pessoas riem, incontáveis desdenham.
Infelizmente, crescemos numa cultura em que somos condicionados a crer que sempre há um jeitinho à parte, para lidar com todas as situações. Por isso, muitos de nós cristãos modernos, nos achamos muito espertos, pensamos que podemos zombar do pecado sem pagar o preço que isso exige. Mas a Palavra de Deus diz tácita e categoricamente: ‘Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará’ (Gl. 6.7).
É muito comum, vermos pessoas desfazendo da Palavra de Deus. Para muitos, a Bíblia é um livro arcaico e ultrapassado. Não atentam para sua importância. Deixam-na por qualquer programa supérfluo. Esquecendo-se da advertência do Senhor Jesus: ‘Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus’ (Mt 22.29). Negociam-na por qualquer valor. Desprezam-na não percebendo que ela é a única forma de proteger-nos contra o pecado. A este respeito nos ensinou o salmista: ‘Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti’ (Sl 119.11).
Sinceramente, tenho orado para que as pessoas parem para refletir acerca da maneira, como temos nos relacionado com Deus. Não estamos falando simplesmente de religiosidade. O mundo está cheio de religiões. Na verdade, pouco adianta falarmos que somos cristãos da religião ‘A’, ou da religião ‘B’, quando na prática, não damos o devido valor aos ensinamentos de Jesus.
Foi por esta razão que, quando ensinava acerca disto, disse: ‘Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumprem, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda’ (Mateus. 7.24-27).
Então, caro leitor, se não queremos nos tornar vítimas dos nossos próprios pecados, vamos valorizar os ensinamentos de Jesus, pois o seu dom gratuito é a vida eterna. Deus nos ajude.
Pastor Isaac Ribeiro
Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus/Franca - Ministério Missão
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