Vítima engravida em estupro coletivo e bancário desabafa


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A moradora de rua narrou que a gravidez era resultado de um estupro coletivo
A moradora de rua narrou que a gravidez era resultado de um estupro coletivo

O bancário Joaquim Valim, de 22 anos, ficou sensibilizado com a história de uma moradora de rua e fez um desabafo em suas redes sociais.

O bancário mora em Muqui, no Espírito Santo, e foi durante uma viagem ao Rio de Janeiro que conheceu a moradora de rua Márcia, de 27 anos. Com uma gravidez em estágio avançado, a mulher chamou a atenção de Joaquim que decidiu pagar um lanche a ela e conversar com Márcia.

A moradora de rua narrou que a gravidez era resultado de um estupro coletivo. “Disse-me que foi muito agredida, acordou toda ensanguentada e muito machucada. Após um tempo, descobriu que estava grávida e, fortemente, decidiu ter a criança”, afirma o bancário.

O jovem decidiu contar o drama de Márcia em uma postagem no Facebook. A publicação recebeu mais de 42 mil compartilhamentos e 3,1 mil comentários. De acordo com o site Extra, ao saberem da história, duas empresárias cariocas decidiram ajudar Márcia. Elas estão recolhendo mantimentos e peças para o enxoval do bebê.

O bancário ainda faz um alerta sobre as condições de vida de muitas pessoas no Rio de Janeiro. "Márcia foi o principal fator, mas a situação do Rio é muito precária: muita gente pedindo dinheiro, comida. Está muito triste. Não prestamos atenção, mas são seres humanos que precisam de ajuda", comentou Joaquim.

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