A denúncia feita por uma mulher de 28 anos, na semana passada, de que teria sido estuprada por dois homens em uma Kombi, além de ter visto sua filha de três meses também ser abusada foi apurada por investigadores da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). E não procede, de acordo com a delegada Graciela Ambrósio. Ontem, a “vítima” prestou depoimento e contou pelo menos três versões diferentes para a mesma história. Todas foram averiguadas e descartadas pelos policiais.
Segundo a delegada, logo que chegou à unidade, a mulher disse que foi abordada perto da delegacia por dois conhecidos. “Depois que forneceu os nomes, fomos atrás e a história não batia. No segundo momento, afirmou que fora abusada por um homem que teria ido em sua casa. Também não tinha nada a ver”, afirmou Graciela.
Na terceira tentativa, ela relatou que tudo não passava de mentira e não tinha nada de real nas acusações anteriores. “Alegou que estava com dois desconhecidos na perua Kombi e que deixou a criança cair. Como estava com medo de perder sua guarda, o que já ocorrera com outro filho, deu esse depoimento. Nenhuma das situações narradas por ela bateram.”
Além dos depoimentos da mulher e das partes supostamente envolvidas, Graciela contou com o laudo para atestar que a história não teria fundamento. O exame para comprovar o estupro deu negativo.
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