Uma repórter do jornal Extra foi vítima de preconceito durante uma transmissão ao vivo, feita no Facebook. Samanta Vicentini realizava uma entrevista na terça-feira, dia 7, e por meio do recurso de transmissões ao vivo da rede social, internautas poderiam fazer perguntas à entrevistada. Eis que um dos usuários da rede social se aproveitou da abertura para comentar e fez diversas postagens preconceituosas.
A repórter foi chamada de "gorda", "gorducha", "leitoa", entre outras ofensas. O autor dos comentários preconceituosos ainda afirmou: "Gordofóbico eu sou". O termo "gordofobia", explica o Extra, não consta nos dicionários. Visivelmente constrangida, Samanta interrompeu a entrevista ao vivo e respondeu o internauta. “Gordo não é ofensa. Isso aqui é só embalagem. Falta de caráter é pior do que gordura”, comentou a repórter.
O Extra declara que as mensagens ofensivas receberam print e foram posteriormente apagadas, respeitando os termos do jornal, que não permite conteúdos "impróprios ofensivos, abusivos, caluniosos, difamatórios, fraudulentos, enganosos, ameaçadores e violentos". O jornal esclarece que está tomando as medidas judiciais necessárias.
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