Um artista circense de 22 anos morreu após sofrer uma queda de uma altura de aproximadamente 9 metros, durante uma apresentação.
O colombiano Juann David Moreno, conhecido como Kim, realizava um número chamado de "giro da morte", na noite de quinta-feira, dia 26, em um circo em Cajamar, São Paulo. O jovem foi socorrido, mas sofreu uma parada cardíaca no hospital e morreu.
Matheus Pinheiro, um dos responsáveis pelo circo, contou ao site G1 que o número de Kim não era considerado de risco, pois o artista ficava com o pé preso por uma chapa de metal que rodava em uma barra de ferro fixa. Matheus aponta que teria ocorrido uma falha e a chapa rasgou, arremessando Kim ao chão. "Foi uma fatalidade", explica ele.
A administração do circo revelou que o equipamento era de Kim, e que era o colombiano quem fazia a manutenção do aparelho. "Não foi uma falha estrutural do circo", continua Matheus. Kim estava há dois meses no Brasil e sua última apresentação antes de retornar à Colômbia, seria no dia 29 de maio. Quando sofreu a queda, Kim foi socorrido por funcionários do circo, até a chegada do Corpo de Bombeiros. "Ele estava respirando bem, mas desmaiado", contou Matheus.
Quando já estava no Hospital Regional de Polvilho, Kim sofreu uma parada cardíaca e não resistiu. Segundo o G1, o caso é investigado pela Polícia Civil como morte suspeita. O circo já afirmou que assim que o corpo for liberado para ser transladado para a Colômbia, pagará as despesas necessárias. A liberação do corpo de Kim está prevista para acontecer na segunda-feira, dia 30. O circo suspendeu as apresentações marcadas para este final de semana e só voltará com os espetáculos no dia 2 de junho.
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