Para japonês ver


| Tempo de leitura: 1 min
Os espíritos inferiores, logo após sua desencarnação repentina e/ou violenta, sofrem perturbação cujo desconforto e duração corresponde à sua carga psíquica, que, por sua vez, decorre do quadro que os impressiona. E porque não são evoluídos o bastante, supõem continuar vivos, já que veem, ouvem, pensam e têm o corpo perispiritual na exata forma do corpo físico que tinham, fazendo-os julgar tratar-se deste e, por isso, guardar dolorosas sensações. 
 
Continuam a frequentar os locais costumeiros, a tentar falar com as pessoas com as quais conviveram, muitas vezes, gerando o que chamamos ‘assombrações’. 
 
Podem ser vistos e ouvidos se médiuns audientes e videntes forem as pessoas que os percebem. É quando vem a ser útil a prece que busque a intercessão de benfeitores espirituais, no sentido de ajudá-los a conscientizar-se da sua nova realidade, libertando-os de maiores sofrimentos, normalmente, conduzindo-os a ambientes que lhes acodem as necessidades. 
 
Indispensável a aplicação de conhecimento da realidade do mundo espiritual, porquanto, de nada adianta exorcismo, reza brava, defumação, símbolos, rituais... O expediente válido é o da elevação da faixa vibratória dos presentes, perdoando, praticando a caridade, tendo fé, de forma a não mais serem alcançados pela sintonia mental das entidades que os incomodam. Culto do Evangelho no lar é prática eficiente. 
 
Lembremos do que vem ocorrendo na cidade portuária de Tohoku, no Japão, onde, após o tsunami ocorrido em 2011, têm-se visto e ouvido espíritos, conforme relatos da dra. Yuka Kodo, da Universidade Tohoko Gakuin, que se dedica a pesquisar os fatos. 
 
Estes, por sua natureza, podem ser facilmente explicados à luz do Espiritismo, mas a pesquisadora, a seu turno, continua afirmando que ainda não os pôde explicar. 
 
Lá, os espíritos continuam aparecendo não para inglês, mas, para japonês ver. 
 
 
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários