A equipe de Franca conquistou o 9º Campeonato Paulista de Kung Fu, realizado no Ginásio de Esportes Mané Garrincha, nos últimos dias 21 e 22 de maio. Competindo com 30 atletas, os francanos trouxeram para casa 56 medalhas, sendo 29 de ouro, 20 de prata e 7 de bronze.
Organizado pela liga Paulista de Kung Fu, que é filiada à liga Nacional, o Campeonato Paulista é classificatório para o Campeonato Brasileiro, que neste ano está previsto para ser realizado nos dias 20 e 21 de agosto, em São Paulo, com atletas de diferentes partes do país.
“O resultado foi bem expressivo, pois todos os nossos atletas medalharam, alguns com mais de uma medalha. Todos se empenharam e se destacaram, resultando em uma brilhante participação da equipe que terminou em primeiro lugar na competição”, disse Isaac Pereira, professor da Associação Francana de Kung Fu.
Entre os campeões, 12 crianças, entre 10 e 15 anos, começaram a praticar o esporte na Belém Casa do Pão, entidade que oferece aulas gratuitas para cerca de 150 meninos e meninas, da Zona Norte da cidade, em parceria com a Associação Francana de Kung Fu. Pela primeira vez em um campeonato oficial, todos os atletas se destacaram e trouxeram medalhas para casa.
“A iniciativa de oferecer o kung fu para as crianças que frequentam a Casa do Pão nasceu da vontade de proporcionar a eles uma ocupação e, através da arte marcial, ensinar princípios, limites, disciplina e lealdade, além de orientá-los para o caminho certo, que nem sempre é o mais fácil, mas é sempre a melhor direção a ser seguida”, finalizou o professor, que está há cinco anos no projeto.
Entidade
Fundada há 18 anos, a Belém Casa do Pão, entidade de assistência social, mantida pelo Centro Espírita Sebastiana Barbosa Ferreira, atende atualmente cerca de 220 crianças, no Jardim Luiza I. Oferecendo atividades diversas como kung fu, capoeira, dança, informática, teatro, teclado, piano, guitarra, violão, percussão e artes plásticas, além de cursos de qualificação profissional como maquiagem, manicure e depilação, a casa atende crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, da Zona Norte, em situação de vulnerabilidade social. As ações e as aulas da ONG são mantidas apenas por recursos próprios e parcerias e são totalmente gratuitas.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.