Dono de veículo esmagado vai processar a São José


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WhatsApp/GCN
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A comerciante E.M., mãe do jovem de 21 anos que se envolveu em uma acidente na Av. São Vicente, no Jardim Noêmia, na tarde de domingo, dia 22, conversou com o Portal GCN e revelou que vai entrar com uma ação contra a Empresa São José.

E.M. revela que por ser devota de Santa Rita, estava na cidade de Cássia e quando retornou para Franca, soube do acidente. Ela conta que o filho saiu de casa e estava a caminho da residência de um amigo, com quem almoçaria. O acidente, segundo ela, aconteceu por volta das 14h.
 
O rapaz seguia sentido Centro/Bairro e próximo ao Posto Astro, quando ele já havia sinalizado uma ultrapassagem, foi surpreendido pelo ônibus da Empresa São José. "Ele [o filho] estava sentido bairro, estava sinalizando, o ônibus deu seta e virou de uma vez", explica a comerciante. O coletivo fez a conversão para a esquerda, colidindo com o Honda City no qual o rapaz de 21 anos estava.

"O bico do ônibus pegou na lateral do carro, o motorista na hora disse não ter visto o carro", diz a comerciante. Ela aponta ainda que ali não seria um local no qual a conversão para a esquerda é permitida. E.M. relata que o filho ficou muito abalado, tanto pelo susto diante do acidente, quanto pelo fato de que o veículo só estava com a família há cerca de uma semana.

O modelo 2013 foi comprado pela comerciante e a documentação do carro ainda não está pronta. Ela lamenta que nem mesmo teve tempo de fazer o seguro do veículo. No momento da colisão, os dois airbags foram acionados e com a violência do impacto, o rapaz ficou com marcas no ombro, devido à pressão do cinto de segurança, e arranhões no braço. A comerciante declara que o filho está muito abalado, mesmo tendo experiência na direção, uma vez que em seu trabalho costuma fazer entregas.

E.M. diz ainda que o motorista do coletivo alegou que o ônibus tem preferência e por este motivo estaria certo em fazer a conversão à esquerda. A comerciante afirma que vai entrar com uma ação contra a São José. Ela já fez um boletim de ocorrência e procurou a empresa para saber se há algum tipo de seguro. A comerciante foi informada de que não há nenhum seguro envolvendo os veículos, ou mesmo os passageiros. "Até os passageiros estão sem proteção alguma", comentou E.M.

A comerciante relembrou casos recentes envolvendo a São José, sendo eles uma colisão com um caro no Centro de Franca e uma denúncia de abuso sexual envolvendo um cobrador. "Precisa ver se ela [São José] está dando o suporte necessário aos funcionários", cobra a comerciante.

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