Olha que eu também amo uma fofoquinha, principalmente, aquelas que a Cintia Flávia conta no programão do Everton Lima, nas tardes da Difusora. Mas, confesso que já caí em erros pelos quais me penitencio até hoje, de passar pra frente algo que me contaram e que, afinal de contas, era pura invenção. Não sou nenhuma santa, certeza. Mas, de coração, jamais inventei uma fofoca. Me lembro muito bem que, há uns bons anos, quando eu trabalhava em certa repartição pública, um dos companheiros de trabalho, me dizia assim: “Nem tô pra fofoca. Vou lá na Praça Barão, solto uma da fulana de tal, e quem quiser que acredite..” Doloroso isso, não é mesmo?
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