Morreu ontem, 18 de maio, em sua casa, por volta das 15 horas, o advogado e administrador de empresas francano, Antônio Morais Figueiredo Silva. Tinha 51 anos. Foi vítima de infarto fulminante do miocárdio. Emergencialistas do SAMU tentaram procedimentos de ressuscitação por longo tempo, mas em vão.
Era filho do casal Antônio Morais da Silva e Neusa Figueiredo da Silva. Deixou, viúva, a senhora Cláudia Ferreira Bachur Figueiredo Silva, administradora do Hotel Cacique, de Franca. Tiveram 34 anos de casamento. Do enlace, três filhos, Ana Carolina, administradora do Estacionamento Vila Franca, estabelecido na esquina da Uni-Facef; o advogado André Morais, e Ana Cristina, publicitária os dois últimos estabelecidos em São Paulo, capital.
Moraizinho, como era conhecido, formou-se pela Faculdade de Direito da Universidade de Franca e passou a integrar a tradicional banca de advocacia de seu pai, administrando bens da família a exemplo de propriedade rural na cidade de Cristais Paulista (SP) e trabalhando em causas cíveis. Piloto comercial, integrou a direção do Aero Clube de Franca.
‘Foi presente na vida dos filhos, bom amigo de seus amigos e, na minha opinião, um profissional excelente. Vinha sendo o braço direito de seu pai, administrando bens de família com competência e seriedade. Tinha um grande futuro. Seu problema, no entanto, estava no quadro cardíaco. Enfrentou infarto há alguns anos e se recuperou completamente. Submeteu-se aos tratamentos necessários e, para todos nós, que com ele convivíamos, estava bem’, disse Getúlio Alberto de Oliveira, seu amigo de muitos anos.
Segundo Getúlio, era em rancho sediado na represa do Estreito, junto à família e amigos de várias épocas, que Moraizinho demonstrava o outro lado do homem sério, sempre compenetrado nos negócios. ‘Lá, dava vazão a seu jeito brincalhão, extrovertido. Lá estavam, quase sempre, Miguel Bettarello, Márcio Martins, eu e nossos filhos, amigos dos filhos de Moraizinho. A amizade que praticamos se fortaleceu muito, também, pela amizade de nossos filhos, de escolas que freqüentaram juntos. A partida súbita e inesperada dele nos defronta, novamente, com a imprevisibilidade da vida. Nada é para sempre’, disse Getúlio.
O velório de Moraizinho acontece no São Vicente de Paulo. Sepultamento, com serviços da Funerária Francana, será realizado hoje, 16 horas, no Cemitério da Saudade.
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