Investigado por peculato, organização criminosa e corrupção, o prefeito de Miguelópolis Juliano Mendonça Jorge (PRB), continuará na cadeia. Isso porque, na última quarta-feira, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou um pedido de habeas corpus em seu favor.
Jorge está sob investigação por fraudes em licitações de contratos que somam R$ 6 milhões entre 2013 a 2015. Ele foi preso em 19 de abril, quando foi deflagrada a operação “Cartas Brancas”, de promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do núcleo de Franca e da Procuradoria Geral de Justiça.
Outros 14 suspeitos foram detidos, incluindo o francano Maurício Pugliesi Filho, acusado de comandar o esquema. Os locais não foram revelados, apenas o de Juliano Mendonça Jorge, que segue preso no 31º Distrito Policial de São Paulo. Em seus depoimentos, dados no 3º DP de Franca na ocasião de sua prisão, ele negou envolvimento nas fraudes em licitações em vários setores do município, entre eles saúde, educação e transporte. O caso segue sob investigação.
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