Morre Floriano Salvador Castilho


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Floriano Castilho foi sepultado hoje, no Cemitério Santo Agostinho
Floriano Castilho foi sepultado hoje, no Cemitério Santo Agostinho

“Sabia construir relacionamentos. Não à toa fez grande e fiel clientela”

Morreu no dia 11, quarta-feira, 10h35, na Santa Casa de Misericórdia de Franca, o senhor Floriano Salvador Castilho. Tinha 64 anos. Há três meses, com dificuldades respiratórias, passou por consulta médica e teve, a princípio, diagnóstico de pneunomia. Medicações não lhe trouxeram alívio.

Voltou a procurar ajuda. Foi prescrita a necessidade de endoscopia pulmonar e o resultado foi entristecedor: tinha câncer. Aprofundamento dos exames demonstraram metástase. Floriano perdeu qualidade de vida rapidamente. Foi reinternado no dia 9. Sua morte se daria em mais dois dias.

Estava divorciado de Erenice Conceição Garcia Castilho, com quem teve 16 anos de casamento. Casaram-se em São Bernardo do Campo, ela viúva de José Piza e com um filho, Rubens. Do enlace com Floriano, mais dois filhos, Alejandro e Sílvia, casada com José Sobreira; e dois netos, Gabriel e Ingrid.

Alejandro era mecânico automotivo. Em São Bernardo do Campo (SP), atuou anos na Volkswagen. As dificuldades inerentes à vida em cidade da Grande São Paulo, pesaram. A família, então, decidiu-se por aceitar convite da mãe de Erenice, Esmeralda, que estava morando em Franca, para se mudarem. “Vovó, ambientada em Franca, acreditava que, aqui, papai, mamãe e eu encontraríamos tranquilidade, menores distâncias a percorrer, trabalho e cenário mais seguro para filhos”, disse Alejandro.

À chegada, o pai imediatamente se empregou. “Era, sem dúvida, muito especializado. Foi contratado pela Auto Mecânica Gilberto, e rapidamente alcançou boa clientela. Trabalhou lá por uns 15 anos. Eu tinha 9 anos quando passei a acompanhá-lo ao trabalho. Aprendi, com ele, o me permitiu fazer da mecânica, minha profissão. Abri minha própria oficina. Papai, em certa época, foi trabalhar comigo e lá permaneceu até que a doença lhe causasse o sofrimento que o levou a morrer”, disse o filho.

“Foi um bom pai. Era muito tranquilo. Fomos muito amigos. Nunca me impôs suas opiniões. A gente conversava e se entendia sempre. Tinha espírito brincalhão e sabia construir relacionamentos. Não à toa fez grande clientela. Somava à sua competência, jeito todo seu de tratar as pessoas. Em seu velório, no São Vicente de Paulo, estiveram muitos clientes, de várias épocas, que se tornaram seus amigos. Eles foram saudar sua memória e nos acompanhar no momento difícil que vivemos. Quero agradecer a todos que compareceram”, concluiu Alejandro.

O sepultamento de Floriano, com serviços da Funerária Tedesco, aconteceu hoje, dia 12, 10 horas, no Cemitério Santo Agostinho.  

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