Psicólogo é morto por seu namorado secreto


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Um psicólogo foi morto por seu ex-funcionário. Ambos mantinham um relacionamento homossexual secreto e o ex-funcionário teria sofrido ameaças do psicólogo.

O psicólogo e diretor de uma empresa de educação em Pouso Alegre, Minas Gerais, Aldo Henrique Ferreira, de 37 anos, desapareceu no dia 3 de maio. Ele foi visto pela última vez jogando futebol em um campo próximo à casa onde morava.
 
No dia seguinte ao desaparecimento, um carro alugado no nome de Aldo foi encontrado. O veículo estava batido e com marcas de sangue. A polícia descobriu que o carro foi alugado por Rodrigo Marcelo de Oliveira Meireles, de 20 anos, que trabalhava na empresa de Aldo. O rapaz foi demitido no dia do crime.
 
Procurado pela polícia, o Rodrigo Marcelo acabou confessando o crime. O corpo do psicólogo foi encontrado na sexta-feira, dia 6, em um mata na área rural do bairro Sertãozinho, em Pouso Alegre. O delegado Rodrigo Tiago Bartoli revelou ao G1 que no dia do crime, o suspeito foi até a casa da vítima, a dopou com remédios para dormir e depois efetuou dois disparos com arma de fogo, matando Aldo. O corpo foi enrolado em um lençol, abandonado na área rural e o carro foi deixado em outro bairro da cidade.
 
A arma usada no crime pertencia a Aldo, o que era do conhecimento de Rodrigo Marcelo. Ela foi jogada em um rio, próximo ao local no qual o corpo foi abandonado. A motivação para o crime foi uma chantagem feita pelo psicólogo. Aldo e Rodrigo Marcelo mantinham um relacionamento homossexual e o psicólogo teria dito ao suspeito que caso Rodrigo Marcelo terminasse o romance, vídeos íntimos do casal seriam divulgados. O suspeito não era homossexual assumido e teria, então, planejado a morte de Aldo.

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