O empresário italiano Marco Rino Mazzuoccolo, de 42 anos, suspeito de roubar e matar o ourives Giovanni Di Gianni, 76, em 2011, teve a liminar que pedia sua liberdade negada pela Justiça. Enquanto isso, Mazzuoccolo permanecerá no presídio de Itaí (SP), destinado a estrangeiros.
O pedido liminar de habeas corpus do empresário foi feito pelos advogados Breno Feitosa da Luz e Roberto Torres Toledo. Sob a justificativa de que Mazzuoccolo é primário, com bons antecedentes e residência fixa, os defensores afirmaram que ele está sofrendo constrangimento ilegal por estar preso desde maio de 2015.
O documento que nega o pedido foi assinado pelo desembargador Euvaldo Chaib, relator do processo. A decisão, segundo ele, se deve ao fato de que Mazzuoccolo é acusado de um crime grave - latrocínio (roubo seguido de morte) - e há risco caso seja colocado em liberdade.
Em meio ao processo de habeas corpus, o juiz Alexandre Semedo de Oliveira, da 3ª Vara Criminal de Franca, aguarda a apresentação de uma testemunha por parte da defesa. Na audiência de abril, foi deferido o pedido para que um homem que afirmou ter ouvido falar da morte antes da polícia seja apresentado.
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