Conforme divulgado pela internet, o professor de Física Konstantin Korotkov, da Universidade Técnica de São Petersburgo, na Rússia, realizou interessante pesquisa utilizando-se de uma câmera bioeletrográfica. Acoplando-a a um software especial, conseguiu fotografar o campo energético de plantas e pessoas, chegando mesmo a registrar variação de estados emocionais nos seres fotografados e certa energia que se desprende do corpo físico no momento da morte, a qual denominou ‘alma’.
Tendo por objeto de estudo, igualmente plantas e seres humanos, pesquisas semelhantes já tinham sido realizadas pelo também russo, Semyon Davidovich Kirlian, que também constatara variações emocionais.
O Dr. Korotkov afirma, baseado nas suas pesquisas, que tudo, na Terra, tem um campo energético, havendo entre os seres uma mútua influência e que o somatório das energias de todos os componentes do nosso planeta resulta numa vibração coletiva que nos caracteriza no concerto do Sistema Solar.
Valendo-se das pesquisas do Dr. Korotkov, o biólogo Rupert Sheldrake estudou as influências que os campos energéticos exercem mutuamente entre os seres, concluindo pela nocividade de pensamentos inferiores sobre plantas, animais e pessoas, sobretudo, pela influência energética negativa exercida pelas mentes de intoxicados por drogas em geral e pelo álcool em particular.
Como espíritas, acreditamos não se tratar da alma as impressões captadas pelas câmeras dos ilustres pesquisadores, mas de fluidos que se desprendem dos corpos, incluídos os detectados no momento da morte de alguém.
Conquanto harmônicos com o pensamento espírita, especialmente no que se refere à influência obsessiva, destacadamente no campo da toxicomania, a alma não foi fotografada, mas o perispírito, se materializado. O que é passível de se fotografar, na hora da morte, são emanações energéticas que podem ser o fluido vital que garantira vida àquele corpo.
Felipe SalomãoBacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
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