“Quando milhares de pessoas trocam a bandeira de seu país pela bandeira de um partido político, a nação corre perigo.”, legenda de mensagem recebida em 2006, ilustrada pela eloqüente foto do período nazista. Dez anos depois, o alerta se mostra atual. O verde-amarelo da bandeira brasileira se vê embaciado pelo vermelho da bandeira do partido petista, e o partido se julga dono do Brasil insuflando ânimos e promovendo baderna. Quando milhares de pessoas de uma nação acreditam na palavra de políticos sabidamente mentirosos e corruptos, o país dessas pessoas corre perigo. Quando a acomodação de um povo se faz através de doações em dinheiro e não de oportunidades de trabalho e estudos para promover sua independência, esse povo corre perigo. Quando a elite intelectual de um país se presta a enaltecer governo e governantes pelas vantagens que lhe são oferecidas e defende o indefensável, esse país corre perigo. Quando o Advogado Geral da União que representa a União - judicial e extrajudicialmente – com a função de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo - passa a ser o advogado pessoal de defesa da pessoa que ocupa o cargo de presidente da União, essa União corre perigo. Quando o presidente de alguma nação, frente ao medo de ser deposto, usa máquina e verbas do governo para fazer propaganda massiva e intensa de seus programas sociais nos meios de comunicação em momento nevrálgico e tenso na tentativa de minimizar acusações, essa nação corre perigo. Quando o governo de algum país em vias de ser destituído paga propina, dá camisetas de identificação, condução, alimentação e permite que os manifestantes a seu favor se alojem em locais públicos e usem as instalações como hotéis gratuitos, esse país corre perigo. Quando um ex-presidente se acomoda com séquito em hotel ao lado do Palácio do Governo da cidade sede do governo de um país para palpitar, controlar, determinar, arbitrar no que não é mais seu de direito, antes de perguntar quem pagará a conta do luxuoso covil, tenha pena do país e habitantes do país desse sujeito. O país e seus habitantes correm perigo.
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