O Tribunal de Justiça de São Paulo decretou, ontem, a prisão preventiva do prefeito de Miguelópolis, Juliano Mendonça Jorge (PRB), e de outras 11 pessoas envolvidas na operação Cartas em Branco. Três acusados foram colocados em liberdade. Entre os que vão continuar atrás das grades, está um membro de tradicional família francana.
A conversão da prisão temporária do prefeito em preventiva foi comemorada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), núcleo de Franca, que comandou as investigações. “Estamos vivendo algo inédito. É a primeira vez na história do Estado de São Paulo que uma medida dessa natureza é concedida pelo Tribunal de Justiça”, disse um dos promotores do grupo.
Entre os acusados que tiveram a prisão preventiva decretada, está o francano Maurício Pugliesi Filho.
Presidente da Copel (Comissão Permanente de Licitações) da Prefeitura, ele é acusado pelo Gaeco de ser o líder do esquema que teria fraudado mais de R$ 6 milhões em licitações nos últimos anos.
.jpg)
Maurício Pugliesi Filho
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.