Francano acusado de liderar fraudes é preso pelo Gaeco


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Maurício Pugliesi Filho foi preso (foto: reprodução/Facebook)
Maurício Pugliesi Filho foi preso (foto: reprodução/Facebook)

O feriado de Tiradentes foi de trabalho para os promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), que passaram a quinta-feira ouvindo os presos na Operação Cartas em Branco. O objetivo da investigação é combater uma organização criminosa instalada na Prefeitura de Miguelópolis e que teria fraudado mais de R$ 6 milhões em licitações nos últimos anos. 

Segundo o Ministério Público, uma das peças-chave no esquema é Maurício Pugliesi Filho, membro de tradicional família de Franca. Morador de Miguelópolis, ele era o responsável pela Copel (Comissão Permanente de Licitações) da prefeitura e acusado de fraudar licitações públicas.

Pugliesi estava viajando para o Paraguai na terça-feira, quando a operação foi deflagrada, e se apresentou às autoridades na manhã seguinte. Ele segue preso na Cadeia do Jardim Guanabara. “Ele já demonstrou interesse em colaborar. Suas informações serão fundamentais para o esclarecimento do esquema”, disse um dos promotores do Gaeco. Todos os 15 envolvidos seguem presos, inclusive, o prefeito de Miguelópolis, Juliano Mendonça Jorge (PRB).
 

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