A palavra cibernética , do grego, “Kybernetes”, governador, veio a público há aproximadamente oitenta anos (1948), ao se inaugurar a ciência da comunicação. A descoberta do processo de automação pelo físico austríaco Norbert Wiener e colaboradores do MIT( Massachusetts Institute of Technology) demonstrou a supressão da barreira entre o cérebro humano e a máquina.
O evento da Bienal oferecer-nos-á, por meio de reflexões filosóficas, as implicações éticas da automação que, ao substituir o cérebro humano, foi portadora das grandes transformações pela quais a humanidade atravessa, afetando substancialmente os valores da sociedade, com implicações sociais, culturais, políticas e econômicas.
A eminente filósofa Prof. Dra. Aléxia Bretas, na conferência “Pensamento e ética na contemporaneidade: perspectivas do humano no limiar entre o animal e a máquina” colocará em pauta a grande questão de “os múltiplos significados de uma virtual dissolução entre as fronteiras que separam o humano, o animal e a máquina”.
Comissão Científica da IV Bienal Psicanálise e Cultura
Veja a programação:
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