Arminda Carloni Cintra


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Arminda Cintra foi sepultada hoje, dia 15, 16 horas, no Cemitério da Saudade.
Arminda Cintra foi sepultada hoje, dia 15, 16 horas, no Cemitério da Saudade.

Morreu às 20 horas do dia 14, em sua casa, a senhora Arminda Carloni Cintra. Tinha 86 anos. Em setembro do ano passado, foi vitimada por infarto. Foi atendida, estabilizada e, por 45 dias, permaneceu em tratamento na clínica médica de referência para infartados que funciona na Santa Casa de Misericórdia de Pedregulho (SP).

Recebendo alta, voltou a residir com a filha Maria Aparecida, em Franca. “Continuava firme como sempre foi, embora seus deslocamentos, a partir do infarto, tivessem que contar com apoio de andador”, disse Silvia, sua neta. Nos últimos meses, convivendo com Alzheimer e com organismo se debilitando rapidamente em função da idade, dona Arminda morreu.
 
Estava viúva há 60 anos do senhor Izidoro Mizael Cintra. Tiveram dois filhos, José Roberto, casado com Maria Rosa; e Maria Aparecida, viúva de Antônio José de Oliveira, segunda núpcias com Sebastião Batista. Dos enlaces dos filhos nasceram oito netos (Luzia, casada com F. Amim e, em segunda núpcias, com Jaime; Giuliano, casado com Andreza; Juliana, casada com Atílio Menezes; Arnaldo, casado com Elaine; Carla, casada com Bruno; Elisa, casada com Danilo Latorraca; Silvia, casada com Ismar Andrade, e Ricardo), e 13 bisnetos, Pedro Henrique, Raíssa, Bruna, Breno, Isabela Maria, Lara, Rafaela, Heloísa, Fernando, Mariah, Daniele, Letícia, Vitor Hugo. Dona Arminda também criou filha de seu irmão Alcides, Zoraide, casada com José Sebastião. Este enlace lhe deu mais cinco netos (Maria Aparecida, Eurípedes, Angelina, José Carlos, Rosana) e oito bisnetos (Daniela, Ana Paula, Diego, Gabriel, Leonardo, David, Larissa e Lucas).
 
Arminda, viúva deste muito cedo e com filhos para criar, dedicou-se ao pesponto de calçados. “Trabalhou fortemente, foi sempre uma guerreira para que nada faltasse à família. Comprometeu cada dia de sua vida a batalhar para que todos os da família se tornassem pessoas de bem”, disse Silvia, que dedicou-se muito a cuidar da avó, especialmente nos últimos anos de sua vida, quando se tornou dependente de cuidados especiais.
 
O velório aconteceu no São Vicente de Paulo, sala 8. O sepultamento, com serviços da Funerária Nova Franca, foi realizado hoje, dia 15, 16 horas, no Cemitério da Saudade.

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