Lea T conta como foi transar após mudança de sexo


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Reprodução/Instagram
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A modelo Lea T, de 35 anos, passou por uma cirurgia de redesignação sexual, que inclui procedimentos cirúrgicos nos quais a aparência física e a função das características sexuais de uma pessoa são mudadas para o sexo oposto. Em entrevista à revista Playboy, lançada no dia 13, a modelo contou como foi fazer sexo pela primeira após após a mudança.

"Foi fofo. Podia ter feito com outro, mas tive sorte e ele foi supercuidadoso. Ah, era a primeira vez. A segunda foi melhor. E o prazer é igualzinho, é muito doido, não existe esse negócio de que não tem orgasmo", explicou Lea. "O pênis é como um clitóris que se desenvolveu. Na operação, eles encolhem e embolam os nervos para transformar em um clitóris, então você tem o mesmo tipo de sensação de antes", continuou a modelo.

Lea confessou que antes da mudança não teve interesse em conhecer a sensação de penetrar uma pessoa. "Não aceitava. Não via como algo natural", contou a modelo. "Se hoje minhas amigas perguntassem 'você gostaria de ter um pinto por uma semana?', eu teria essa curiosidade, para provar como é penetrar uma mulher, a sensação. Não é que eu gostaria de voltar a ter um pênis. Nem lembro assim do meu, é como se nunca tivesse tido", revelou Lea.

Recentemente, a modelo passou a usar em redes sociais o nome Lea Cerezo, o sobrenome é o de batismo. "Acho que hoje sou mais Lea Cerezo. Eu mudei. Na época [em que iniciou a carreira] era mais ligada à Givenchy, ao Ricardo [Tisci]. O 'T' na verdade foi por causa da mãe dele. Na época em que estava com medo do meu pai não me aceitar, fui chorar na casa dela, que me disse: 'Não se preocupe, se a sua família não te aceitar, você é uma Tisci'", lembra a modelo.

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