Juiz aguarda testemunha para decidir sobre latrocínio


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Na tentativa de livrar o empresário italiano Marco Rino Mazzuoccolo da acusação de ter roubado e matado o ourives Giovanni Di Gianni em 2011, seus advogados de defesa aproveitaram a audiência realizada ontem para solicitar que uma outra testemunha fosse acrescentada ao processo. Segundo os advogados responsáveis por Mazzuoccolo, um homem que poderia dar detalhes do latrocínio (roubo seguido de morte) e que afirmou ter ouvido falar da morte de Di Gianni antes mesmo da polícia, precisa ser ouvido.
 
O juiz Alexandre Semedo de Oliveira, da 3ª Vara Criminal de Franca, deferiu o pedido e deu um prazo de dez dias para que a defesa encontre a testemunha e ela seja colocada nos autos. Enquanto isso, Mazzuoccolo permanecerá no presídio de Itaí (SP), destinado a estrangeiros.
 
No decorrer da audiência, que durou três horas, policiais que trabalharam no caso e testemunhas de acusação foram ouvidas. Entre elas, a viúva da vítima, Victalina Di Gianni e o filho, Luigi Di Gianni. Eles afirmaram que o ourives carregava um diamante rosa no bolso, de alto valor, e que a pedra desapareceu após o crime. 

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