O nome do deputado federal Paulo Maluf, do Partido Progressista de São Paulo, e do filho dele, Flávio, não constam mais na lista pública de procurados da Interpol.
Em 2010, Maluf e o filho foram adicionados à lista, acusados de desviar dinheiro da prefeitura de São Paulo e enviar a quantia para o exterior. A inclusão do nome do deputado e do filho foi um pedido da promotoria de Nova York.
A ordem de prisão era válida para os 188 países nos quais a polícia internacional atuava, afirma o site G1.
A explicação para a retirada dos nomes de Maluf e de Flávio não foi informada pela Interpol. A defesa do deputado e do filho dele negou as acusações.
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