Outono surpreende com marcas de 30º


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Criança observa a fonte da Praça da Matriz; com dias de outono registrando temperaturas típicas de alto verão, opção é procurar lugares para se refrescar
Criança observa a fonte da Praça da Matriz; com dias de outono registrando temperaturas típicas de alto verão, opção é procurar lugares para se refrescar
A sensação é de que o verão não acabou, mesmo o outono tendo começado há 23 dias. As temperaturas nos últimos dias têm ultrapassado os 30ºC e devem continuar altas até sexta-feira. Além disso, a umidade relativa do ar está baixa; ontem ficou em 27% e deve manter esse nível até sexta-feira.Esse conjunto de características climáticas fazem o francano sofrer com o abafamento e piora de sintomas de doenças respiratórias e infecciosas.
 
Diante desse cenário, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta sobre uma onda de calor, devido ao registro de temperaturas mais altas que o previsto para a época em todo o Estado. Em Franca, no último sábado, a temperatura chegou a 31,3ºC, que é considerada a mais alta registrada em meses de abril e só foi verificada há 53 anos. “Avaliando-se o histórico do mês de abril foi verificado que apenas no ano de 1963 foi registrada a temperatura de 31,3ºC”, disse a meteorologista do Inmet, Helena Balbino. A temperatura é a segunda maior deste ano, que já registrou 32,8ºC em fevereiro.
 
Ontem, as estações do Inmet mostraram máximas de 30,4ºC, já nos relógios digitais das ruas a temperatura era maior, 33ºC. Para hoje, a temperatura fica em torno de 30ºC, superando o esperado para este mês. “A temperatura média prevista para abril em Franca era de 26,7ºC”, disse a meteorologista.
 
Cuidados com a saúde
Diante desse calorão e tempo extremamente seco, as orientações para evitar doenças respiratórias e alergias são se hidratar bastante e evitar situações de contágio, como locais de aglomeração. “As pessoas devem beber mais água, umidificar os ambientes e lavar as narinas com soro fisiológico. Também devem evitar atividades físicas após ás 16 horas, porque a umidade diminui”, disse o pneumologista Ciro Botto. 
 
 

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